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Entendendo um pouco sobre a medicina integrada

 

Ozonioterapia

Sobre o gás ozônio
     O gás ozônio é muito mais que a camada que nos protege. É um gás com infinitas aplicações, nos mais diversos campos de atividade humana.
     O ozônio se forma quando as moléculas de oxigênio (O2) se rompem , e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio. Pode ser formado naturalmente, pela ação dos raios UV ou pelos geradores de ozônio, que convertem O2 em O3.
É um dos oxidantes naturais mais potentes e é também um poderoso germicida. Estas características conferem ao ozônio uma gama de aplicações, sendo utilizado em saúde e processos industriais, tratamento de águas, alimentos, gases, efluentes e também como agente clareador/branqueador.

Sobre a ozonioterapia
     A ozonioterapia é uma técnica que utiliza à aplicação de uma mistura dos gases oxigênio e ozônio, por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica. Ozônio medicinal é sempre uma mistura de puro ozônio e oxigênio. De acordo com a indicação e tipo de aplicação, a concentração pode variar entre 1 e 100 mg/L (0,05-5%O3). O profissional habilitado determina a dose adequada e a via de aplicação de acordo com a indicação e as condições do paciente.
     O sistema de Saúde da Alemanha, Itália e outros 16 países reconhecem o uso desta técnica para diversas patologias. Cuba conta com 39 Centros Clínicos de Ozonioterapia e na Rússia é utilizada em todos os Hospitais Governamentais. Atualmente aproximadamente 10.000 médicos utilizam este método na Europa.
     As aplicações de Ozonioterapia são determinadas por suas propriedades antiinflamatórias, antissépticas, de modulação do estresse oxidativo, da melhora da circulação periférica e da oxigenação. Isto determina o amplo número de patologias em que pode ser utilizada de modo isolado ou complementar.
     As concentrações e modo de aplicação variam de acordo com a afecção a ser tratada, já que a concentração de ozônio determina o tipo de efeito biológico e o modo de aplicação relaciona-se à sua ação no organismo. Dessa maneira, podem ser tratadas pela Ozonioterapia as patologias de origem inflamatória, infecciosa e isquêmica. Por sua habilidade de estimular a circulação, a Ozonioterapia é usada no tratamento de doenças circulatórias Possui propriedades bactericidas, fungicidas e virustáticas, pelo que é largamente utilizada para tratamento de feridas infectadas.

Ozonioterapia no mundo

     Atualmente a Ozonioterapia é reconhecida pelo Sistema de Saúde da Alemanha, da Suíça, Áustria, da Itália, de Cuba, da Ucrânia, da Rússia, da Grécia, Israel,do Egito e da Austrália, além de ser praticada em 13 estados dos Estados Unidos da América (Arkansas, Washington, Califórnia, Colorado, New México, Texas, Oklahoma, Geórgia, New York, North Carolina, Ohio, Minnesota e Nevada).
     Aproximadamente 10.000 médicos utilizam este método na Europa atualmente e somente na Alemanha são realizados sete milhões de tratamentos todos os anos. A Sociedade Médica Alemã de Ozonioterapia elaborou um estudo, na década de 1980, com a participação de 644 médicos praticantes de Ozonioterapia, envolvendo 384.775 doentes, em que foram realizados 5.579.238 tratamentos. Somente 40 casos com efeitos colaterais discretos foram observados, sendo a Ozonioterapia considerada, desde então, uma das mais seguras terapias médicas.
     Na Itália, a Ozonioterapia é recomendada pelo Governo para tratamento de hérnias de discos e lombalgias antes que o paciente seja submetido à cirurgia, com taxas de recuperação entre 60 a 95%, evitando cirurgias dispendiosas. 
     Na Espanha, a Ozonioterapia vem sendo gradativamente incorporada aos hospitais públicos, utilizada como terapia complementar em Oncologia para diminuir os efeitos colaterais da radioterapia.
     No Brasil, a prática da Ozonioterapia no Brasil também não é nova. Começou em 1975 e na década 80 ganhou mais adeptos e atraiu o interesse de algumas universidades. De 2000 para cá, os estudos ganharam corpo e a técnica vem se difundindo amplamente no país.
Em 2010, a Universidade de São Paulo, por exemplo, testou a ozonioterapia em bactérias hospitalares multirresistentes a antibióticos. Com apenas cinco minutos de exposição ao ozônio, dez delas foram eliminadas, inclusive a superbactéria KPC, que atingiu 13 Estados e matou ao menos 20 pessoas.

     O ozônio medicinal pode ser aplicado na corrente sanguínea na veia ou no reto ou diretamente na pele (para tratar feridas). Ele estimula a circulação e a oxigenação de tecidos, com funções bactericida, anti-inflamatória, imunológica e analgésica.

Benefícios do ozônio
     
Além de estimular os sistemas antioxidantes endógenos o ozônio tem vários outros efeitos interessantes.
     A ozonioterapia tem mais evidência científica no tratamento de úlceras crônicas, em especial em pacientes diabéticos. Seu uso tem mostrado resultados também em outros problemas das artérias, como insuficiência vascular periférica e acidentes vasculares encefálicos do tipo isquêmico.
      Os efeitos viricidas do ozônio são particularmente potentes sobre os vírus da hepatite B e C, e sobre o vírus herpes. Por isso seu emprego, ainda experimental tem sido feito em herpes zoster, herpes simples de repetição ou no tratamento de hepatites crônicas quando o tratamento convencional falhou e o paciente está evoluindo de forma desfavorável. Ainda são passíveis de ter resultados usando a ozonioterapia como tratamento adicional de suporte a síndrome da fadiga crônica, colites inespecíficas, osteomielite e outras infecções crônicas que estão respondendo mal aos antimicrobianos, e portadores de retinopaia diabética ou degeneração macular senil.


(https://www.youtube.com/watch?v=AV7C2Nbkqgk)

 

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